O Teu Próximo Passo / Uma conversa aberta
O livro termina.
A conversa continua.
Dez perspetivas que fazem parte do livro. E um espaço para as reflexões, decisões e mudanças que a leitura desperta.
UM LIVRO. MUITAS FORMAS DE O CONTINUAR.Dez perspetivas.
Sem uma resposta única.
No posfácio, experiências muito diferentes cruzam-se numa pergunta comum: que lugar queremos dar ao trabalho e às decisões que o definem?
01 / 10Ana Pinto
Head of Learning & Development, MEO
“Há pessoas que, por aquilo que são, têm o talento de transformar intenção em ação.”Ler contributo integralFechar contributo
Ana Pinto
Head of Learning & Development, MEO
Há pessoas que, por aquilo que são, têm o talento de transformar intenção em ação. A Sofia é uma destas pessoas.
Ao longo da minha experiência, fui percebendo que uma das competências mais distintivas é dar vida a ideias (que todos poderão ter, mas poucos terão a capacidade de pôr em prática). Quando muitos profissionais optam por analisar, ponderar e esperar pelo momento certo, a Sofia já está à frente a desbravar e a construir o caminho. Com uma enorme capacidade de iniciar conversas difíceis, escolher o que faz sentido, mobilizar pessoas em torno de um propósito que é maior do que ela e de mostrar evidências do que faz sentido.
Este livro é reflexo disso mesmo: prático, inspirador e orientado para a ação. Mais do que uma reflexão sobre mudança ou crescimento, é um espaço privilegiado para avançar.
Se há algo que continuamente aprendo com a Sofia é isto: o próximo passo depende de nós. Acontece quando alguém decide avançar (ou ficar, fazendo sentido). Com a Sofia, esse próximo passo acontece na certeza do que tem mais valor para avançar!
Texto do posfácio · p. 235
02 / 10Anselmo Crespo
Diretor de Novos Conteúdos, TVI/CNN Portugal
“É o sucesso profissional que nos define?”Ler contributo integralFechar contributo
Anselmo Crespo
Diretor de Novos Conteúdos, TVI/CNN Portugal
É o sucesso profissional que nos define?
A minha geração foi, de alguma forma, marcada pela ideia de que nós somos o que conquistamos profissionalmente. A capacidade financeira, o estatuto social, a felicidade, no fundo, mediam-se na exata medida do sucesso que alcançamos nas nossas carreiras. Foi isso, em grande medida, que explicou o adiamento de planos pessoais e familiares. Casamentos tardios ou, pior, uma coleção de divórcios. Filhos que vieram tarde e que cresceram já longe dos avós.
Era preciso trabalhar arduamente, estar sempre disponível, abdicar de muito para poder dar o salto seguinte. De estagiário a profissional. De profissional a chefe. De chefe a diretor. Só assim o salário podia crescer e só assim seríamos alguém digno de respeito.
Esse paradigma está a mudar. Para as novas gerações, o trabalho é apenas uma das componentes da vida. Mas não é a única. E não é, muitas vezes, a mais importante. Esta nova realidade mostra, por um lado, uma evolução da sociedade, mas também acarreta riscos, que o espaço destes parágrafos não permite desenvolver.
Uma coisa parece-me óbvia: se deixarmos que seja exclusivamente o sucesso profissional a definir-nos, seremos, seguramente, uma sociedade de horizontes mais curtos e menos feliz.
Texto do posfácio · p. 235–236
03 / 10Carlos Brito
Presidente da Ordem dos Economistas (Norte)
“Mudar não é necessariamente evoluir.”Ler contributo integralFechar contributo
Carlos Brito
Presidente da Ordem dos Economistas (Norte)
Vivemos uma época em permanente mudança. No entanto, mudar não é necessariamente evoluir. A verdadeira transformação começa quando deixamos de perguntar apenas «o que deve mudar?» e passamos a perguntar «para quê?». É essa procura de sentido que distingue as organizações que apenas reagem daquelas que constroem o futuro de forma consciente.
Durante décadas, acreditámos que bastava exigir mais para obter melhores resultados. Hoje percebemos que o desempenho sustentável depende menos da pressão e mais da qualidade das relações, da confiança e da capacidade de atribuir significado ao trabalho. Não se trata de reduzir a exigência, mas de lhe dar um propósito.
As organizações que prosperam não são necessariamente as que dispõem de mais recursos, mas as que conseguem criar contextos onde as pessoas sentem que o seu contributo é valorizado e que fazem parte de um projeto maior do que elas próprias. Quando isso acontece, o compromisso deixa de ser imposto e passa a ser uma escolha.
É aqui que reside o verdadeiro desafio da liderança: criar condições para que cada pessoa possa desenvolver plenamente o seu potencial, conciliando realização profissional com crescimento pessoal. Os melhores líderes não são os que conseguem extrair mais das pessoas, mas os que lhes permitem dar o melhor de si. Porque, quando as pessoas crescem, as organizações crescem com elas.
É precisamente por isso que O Teu Próximo Passo, de Sofia Manso, é um livro particularmente relevante. Num tempo em que abundam respostas rápidas e fórmulas simplistas, a autora convida-nos a fazer algo muito mais exigente: parar, pensar e compreender antes de decidir. Ao recentrar o debate nas pessoas, nas organizações e na qualidade das decisões, este livro lembra-nos que o verdadeiro próximo passo não consiste apenas em mudar de direção, mas em reencontrar o propósito que dá sentido às escolhas, à liderança e à transformação das organizações.
Texto do posfácio · p. 236–237
04 / 10Eduardo Barroso
Médico
“Tendo despertado para uma nova realidade e decidido avançar criando as condições necessárias, o progresso foi natural e consistente.”Ler contributo integralFechar contributo
Eduardo Barroso
Médico
O livro está organizado em três partes, Despertar, Decidir e Progredir, e assim se passou comigo quando, há mais de trinta anos, despertei para uma realidade incontestável. Não era possível um cirurgião geral como eu ser competente em todas as áreas abrangidas pela especialidade, era preciso optar e concentrar o saber e a experiência numa área mais restrita, que permitisse aumentar casuística e capacidade de formação.
Despertar para esta realidade obrigou-me a decidir criar as condições, infraestruturais, técnicas e humanas para a pôr em prática, partindo praticamente do zero, sobretudo transformando o processo de decisão clínica, a definição de uma estratégia terapêutica global como resultado de uma decisão colegial multidisciplinar. Tendo despertado para uma nova realidade e decidido avançar criando as condições necessárias, o progresso foi natural e consistente.
Ter construído um dos maiores centros europeus para tratamento das doenças complexas e difíceis do foro hepato-bilio-pancreático foi a luta de uma vida, e um benefício enorme para milhares de cidadãos. Obrigou a muito trabalho, identidade e decisão, perante uma realidade e um sistema que já eram na altura ultrapassados e disfuncionais. Foi isto que eu vivi. Terá isto alguma coisa que ver com o que a Sofia Manso nos quer transmitir no seu livro?
Texto do posfácio · p. 237–238
05 / 10Ivanilson Machado
Presidente do Grupo Pumangol
“Não é preciso ser um CEO extraordinário para transformar uma organização. É preciso ser um líder extraordinário.”Ler contributo integralFechar contributo
Ivanilson Machado
Presidente do Grupo Pumangol
Não é preciso ser um CEO extraordinário para transformar uma organização. É preciso ser um líder extraordinário — alguém capaz de ver futuro onde os outros ainda veem apenas funcionamento, de criar confiança onde existe incerteza e de transformar talento individual numa força coletiva.
Atuar no mercado angolano exige uma liderança particularmente lúcida. É um contexto de enorme potencial, marcado por transformação, ambição e pela responsabilidade de construir hoje as referências que irão definir o amanhã. Aqui, liderar não é apenas gerir o presente. É ajudar a criar o futuro de um país.
Próximo Passo confronta-nos com uma pergunta essencial: quantos sistemas continuam a funcionar porque alguém compensa, em silêncio, aquilo que ainda não foi desenhado com clareza? Os resultados importam, mas nunca contam a história inteira. Nenhum resultado é verdadeiramente sustentável quando exige que as pessoas se tornem menores para que a organização pareça maior.
A minha maior ambição é que as pessoas sintam um bem-estar tão elevado que a cultura lhes corra nas veias, com a mesma vitalidade com que a colocam em prática. Não quero apenas que conheçam a cultura. Quero que a sintam.
Enquanto líderes, temos essa responsabilidade. O cargo pode colocar-nos à frente de uma organização. Só a liderança nos permite levá-la mais longe. E o verdadeiro legado de um líder está nas pessoas que faz crescer, na cultura que torna viva e no futuro que ajuda a construir.
Contributo integral para o posfácio
06 / 10Lara Sousa Dantas
Fundadora do Quintal de Flor, Forbes Under 30
“E isso vale mais do que qualquer chegada.”Ler contributo integralFechar contributo
Lara Sousa Dantas
Fundadora do Quintal de Flor, Forbes Under 30
Há pessoas que carregam o nome. E depois há pessoas que o transformam em destino.
A Sofia é Passos. E talvez nunca tenha existido apelido tão certo para uma pessoa. Porque a Sofia é feita de passos. Daqueles que nem sempre são fáceis, nem sempre são leves, mas que nunca deixam de acontecer.
Há quem pense que coragem é não ter medo. Eu acho que a coragem é exatamente o contrário. É sentir o medo a apertar o peito e, ainda assim, dar mais um passo. É cair, respirar fundo e voltar a levantar-se. É olhar para a frente quando tudo à volta convida a desistir.
E é isso que vejo nela.
Uma mulher que pensa em cada passo que dá. Não porque tenha receio de viver, mas porque sabe o peso das escolhas. Porque aprendeu que a vida não se mede pela velocidade com que se chega, mas pela força com que se continua.
A Sofia nunca foi daquelas pessoas que atropelam o tempo. Nunca precisou de correr para provar nada a ninguém. Caminha ao seu ritmo. Às vezes mais devagar, outras vezes com uma determinação que parece impossível de travar. Mas há uma coisa que nunca fez: desistir.
E isso vale mais do que qualquer chegada.
Porque todos aplaudem quem vence. Poucos reparam em quem insiste. Em quem chora em silêncio, seca as lágrimas e volta a sorrir. Em quem se sente perdido, mas continua a procurar o caminho. Em quem tem dias em que o coração pesa toneladas e, mesmo assim, encontra forças para dar mais um passo.
Ser uma mulher de passos é isto.
É não ficar parada quando a vida empurra para trás. É transformar as cicatrizes em aprendizagem. É aceitar que nem todos os caminhos são direitos e que, muitas vezes, os maiores desvios levam aos lugares mais bonitos da nossa história.
A Sofia nunca caminhou porque tinha pressa de chegar. Caminhou porque percebeu que parar seria deixar de acreditar. E enquanto houver fé, enquanto houver um sonho, enquanto houver um bocadinho de força escondida dentro dela, haverá sempre mais um passo para dar.
Há pessoas que marcam pela voz. Outras pelo sorriso. A Sofia marca pela forma como enfrenta a vida. Pela garra que coloca em tudo o que faz. Pela dignidade com que suporta o que ninguém vê. Pela coragem silenciosa que não precisa de aplausos nem de reconhecimento.
Porque as pessoas verdadeiramente fortes raramente fazem barulho.
Hoje percebo que o mais bonito nela nunca foi o destino. Foi sempre a caminhada.
Foram os tropeções que não a definiram. As quedas que não a prenderam. As dúvidas que nunca lhe roubaram a vontade de continuar.
A Sofia ensina, sem dizer uma única palavra, que viver não é nunca cair. É levantar-se sempre. É acreditar quando tudo parece perdido. É continuar quando seria mais fácil desistir.
Por isso, para mim, ela será sempre uma Mulher de Passos.
Não porque tenha pressa de chegar ao fim.
Mas porque nunca desistiu de caminhar.
E talvez seja essa a forma mais bonita de coragem que existe: continuar, mesmo quando ninguém percebe o esforço que custa dar o passo seguinte.
Porque, no fim de tudo, não são os destinos que definem uma pessoa.
São os passos que ela escolhe dar, mesmo quando o caminho parece impossível.
Texto do posfácio · p. 238–240
07 / 10Maria João Pires
Diretora de Marketing, Comunicação e Experiência do Cliente, Caetano Auto
“As empresas mais fortes serão aquelas que conseguirem continuar a crescer sem perder as pessoas pelo caminho.”Ler contributo integralFechar contributo
Maria João Pires
Diretora de Marketing, Comunicação e Experiência do Cliente, Caetano Auto
Ao longo dos últimos anos, fui percebendo que o trabalho mudou profundamente – não apenas na forma como trabalhamos, mas na forma como as pessoas se sentem dentro dele.
Vivemos num tempo de enorme exigência, velocidade e pressão constante. Durante muito tempo, quase sem darmos conta, fomos valorizando sobretudo quem aguentava mais, quem estava sempre disponível, quem resolvia tudo sem parar. Mas hoje acredito que os resultados, por si só, já não chegam para definir a qualidade de uma organização.
As empresas mais fortes serão aquelas que conseguirem continuar a crescer sem perder as pessoas pelo caminho. E isso exige uma liderança mais consciente, mais coerente e mais humana.
Foi isso que senti ao ler o livro da Sofia Manso. A capacidade de pôr em palavras tensões que muitas pessoas vivem silenciosamente no trabalho e de nos obrigar a refletir sobre aquilo que normalizámos durante demasiado tempo.
No fundo, este livro recorda-nos uma coisa muito simples, mas muito importante: por detrás de qualquer estratégia, resultado ou negócio, continuam a existir pessoas. E talvez o verdadeiro próximo passo comece exatamente aí.
Texto do posfácio · p. 240
08 / 10Miguel Pina Martins
Fundador da Science4you e Game Changers
“Há livros que procuram dar respostas rápidas. Este não é um deles. E ainda bem.”Ler contributo integralFechar contributo
Miguel Pina Martins
Fundador da Science4you e Game Changers
Há livros que procuram dar respostas rápidas. Este não é um deles. E ainda bem.
Num tempo em que se fala muito sobre produtividade, liderança, propósito, inteligência artificial e futuro do trabalho, falta-nos muitas vezes uma pergunta mais simples e mais difícil: estamos a trabalhar melhor ou apenas a aguentar mais?
Este livro parte precisamente desse lugar. Não vem romantizar a mudança, nem empurrar ninguém para decisões precipitadas. Também não transforma o desgaste num problema individual, como se tudo se resolvesse com mais resiliência, mais organização ou mais capacidade de adaptação. Pelo contrário: ajuda-nos a olhar para o trabalho com mais lucidez.
E essa lucidez é hoje essencial.
Nas empresas, nas equipas e nas carreiras, há demasiadas situações que continuam a funcionar porque alguém compensa o que o sistema não resolveu. Falta de clareza, decisões adiadas, prioridades contraditórias, reconhecimento mal distribuído, culturas que dizem uma coisa e recompensam outra. Tudo isto tem um custo. Nem sempre aparece nos resultados, mas aparece nas pessoas.
O mérito deste livro está em tornar esse custo visível sem cair no discurso fácil. Mostra que o próximo passo nem sempre é sair, romper ou mudar tudo. Às vezes é perceber melhor. Às vezes é renegociar. Às vezes é pôr uma fronteira. Às vezes é ficar, mas de forma mais consciente. O importante é deixar de funcionar em automático.
Para quem lidera, este livro é também um alerta. O futuro do trabalho não se resolve apenas com tecnologia, processos ou novas ferramentas. Resolve-se com melhores sistemas, melhores decisões e uma relação mais honesta entre exigência, responsabilidade e sustentabilidade humana.
Num mundo em que todos parecem estar sempre a correr, este livro convida-nos a parar o suficiente para perguntar: o que estou a sustentar, a que custo, e qual é o próximo passo que já não posso continuar a adiar?
Essa pergunta, por si só, já vale a leitura.
Texto do posfácio · p. 241–242
09 / 10Rui Piteira
Manager B2B & Communication Programs, Philip Morris International
“Eu. Tu. Nós.”Ler contributo integralFechar contributo
Rui Piteira
Manager B2B & Communication Programs, Philip Morris International
Eu. Tu. Nós.
No centro de cada organização estão as pessoas: é nelas que reside a força para transformar o trabalho, desafiar sistemas que já não servem e construir novas formas de decidir e agir com sentido. Quando reconhecemos que o valor de uma equipa não se mede apenas pelo que entrega, mas pelo cuidado com o custo humano invisível, abrimos espaço para escolhas mais conscientes, sustentáveis e verdadeiras. O futuro do trabalho não será desenhado por estruturas rígidas, mas por pessoas que, juntas, ousam perguntar, redefinir e agir — porque só assim o próximo passo deixa de ser uma resposta solitária e passa a ser uma construção coletiva, onde cada um importa e todos contam.
Obrigado, Sofia, por nunca parares de desafiar: juntos, podemos fazer mais e melhor!
Texto do posfácio · p. 242
10 / 10Zita Freire
Empresária, formada em Neurociência Cognitiva e Comportamental
“Não diz ao leitor o que decidir, ajuda-o a olhar para a arquitetura que sustenta o cansaço.”Ler contributo integralFechar contributo
Zita Freire
Empresária, formada em Neurociência Cognitiva e Comportamental
O Teu Próximo Passo parte de uma ideia simples e dolorosamente reconhecível: o cansaço que atravessa tantas pessoas competentes não nasce de fragilidade pessoal, mas de sistemas de trabalho que exigem disponibilidade infinita como prova de valor. Sem darmos por isso, a identidade funde-se com o desempenho exigido, até a pausa parecer culpa e o limite soar a fracasso. O livro propõe um método em quatro movimentos que transforma essa compensação invisível em critério e escolha consciente.
Esta tensão está presente todos os dias, entre a vontade de mostrar resultados e a necessidade urgente de continuar presente no nosso propósito. Reconheço-me, com desconforto, em quem mede o seu próprio valor pela utilidade demonstrada. É por isso que defendo a liderança humanizada, ancorada na neurociência – compreender os mecanismos do stress e da regulação emocional permite construir lideranças mais equilibradas, onde as pessoas contribuem livremente, sem provar o seu valor.
Sofia Manso escreve com a autoridade de quem acumula vasta experiência nesta área e um rigor analítico raro. Não diz ao leitor o que decidir, ajuda-o a olhar para a arquitetura que sustenta o cansaço. Um convite honesto à ação consciente.
Texto do posfácio · p. 242–243
Dez contributos integrais para o posfácio de O Teu Próximo Passo, edição Contraponto.
O que ficou
depois da leitura.
“Gostava de ter tido este livro há anos atrás.”
Partilhas identificadas e autorizadas. Desliza para navegar ou usa as setas. As novas mensagens são revistas antes da publicação.
Que ideia te fez
dar o próximo passo?
Podes contar o que questionaste, o que reconheceste ou aquilo que decidiste mudar. Não precisas de te identificar.
Sem estrelas, classificações ou fórmulas. Apenas uma partilha honesta sobre o que a leitura despertou.
O próximo passo
continua a ser teu.
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